Todo mundo sabe qual é o ciclo da vida. Nascer, trocar os primeiros dentes, sobreviver à infância sem muitas cicatrizes das quedas de bicicleta, apaixonar-se, decepcionar-se, ganhar responsabilidades e deveres, achar um emprego bacana… É o que acontece naturalmente, a não ser que você esteja em “O curioso caso de Benjamin Button”. Mas há um detalhe importante, quase sempre esquecido, pois, de tão óbvio, mal nos lembramos. Além dos trabalhos, da família e dos amores, os estudos também são um ponto fundamental − e comum − na vida de quase todo mundo.
Há quem considere estudar chato ou maçante, bem como quem não se importe − e até goste − de passar horas aprendendo as leis da física ou o surgimento dos estados nacionais. Mas ninguém discorda do fato de que os estudos são essenciais na vida. E começamos esse caminho bem cedo: os desenhos, o abecedário e os ditados. Até aí, tudo bem, mas não demora muito para que a geometria e o funcionamento dos mil sistemas do corpo humano surjam e compliquem nossas vidas.
Acontece que, independentemente de gostar ou não, os planos que traçamos para nossas vidas raramente permitem uma fuga dessa rota e não há outra saída se não encarar de modo sério os estudos, quaisquer que sejam: da alfabetização à graduação.
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