Karl Marx dizia que o mundo é caracterizado pela luta de classes, mas ouso em discordar; vivemos mesmo é a luta de sexos. A eterna desculpa e rivalidade entre o homem e a mulher, é de fato, a mais intensa relação de amor e ódio que a história pôde presenciar.
Ambos desempenham papéis essenciais na sociedade – mas é mais doloroso do que se imagina o ato de admitir. Geneticamente, a diferenciação está em um mero cromossomo. Em meio de tantos outros, é sua carga que dita o modo que seremos vistos – e porque não julgados – pelo meio que estamos inseridos.
São personagens antagônicos de um drama, uma comédia ou um romance, representados pela virilidade, orgulho, fragilidade ou sutileza. A essência feminina difere – e também fere – a masculina pela delicadeza e intuitividade. Já não faz por merecer o título de sexo frágil há muito tempo. Ainda acontece que pela coragem e bravura, o sexo masculino acaba por se precipitar e confundir ‘racionalidade’ com a sensação de ser superior. Brigamos para provar quem está no poder, mas nos recusamos a enxergar que não há dono em tal relação.
Poderíamos também até mentir ao dizer que nosso objetivo é estritamente reprodutivo, mas mentir para que? Tanto os homens quanto as mulheres não admitem a necessidade mútua. Todos têm sua importância, mas como o sexo oposto reagiria se soubesse o quanto precisamos – e gostamos – um do outro? Verdade seja dita: os sapos procuram seus parceiros pelo coachar, leões pelas belas jubas. Mas para nós, quanto mais complicado, melhor.
Karl Marx dizia que o mundo é caracterizado pela luta de classes, mas ouso em discordar; vivemos mesmo é a luta de sexos. A eterna desculpa e rivalidade entre o homem e a mulher, é de fato, a mais intensa relação de amor e ódio que a história pôde presenciar.
Ambos desempenham papéis essenciais na sociedade – mas é mais doloroso do que se imagina o ato de admitir. Geneticamente, a diferenciação está em um mero cromossomo. Em meio de tantos outros, é sua carga que dita o modo que seremos vistos – e porque não julgados – pelo meio que estamos inseridos.
São personagens antagônicos de um drama, uma comédia ou um romance, representados pela virilidade, orgulho, fragilidade ou sutileza. A essência feminina difere – e também fere – a masculina pela delicadeza e intuitividade. Já não faz por merecer o título de sexo frágil há muito tempo. Ainda acontece que pela coragem e bravura, o sexo masculino acaba por se precipitar e confundir ‘racionalidade’ com a sensação de ser superior. Brigamos para provar quem está no poder, mas nos recusamos a enxergar que não há dono em tal relação.
Poderíamos também até mentir ao dizer que nosso objetivo é estritamente reprodutivo, mas mentir para que? Tanto os homens quanto as mulheres não admitem a necessidade mútua. Todos têm sua importância, mas como o sexo oposto reagiria se soubesse o quanto precisamos – e gostamos – um do outro? Verdade seja dita: os sapos procuram seus parceiros pelo coachar, leões pelas belas jubas. Mas para nós, quanto mais complicado, melhor.